abr 6, 2025

Deputado Glauber Braga na Comissão de Ética (foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)
O relator do processo contra o deputado Glauber Braga (Psol-RJ) no Conselho de Ética da Câmara, em voto proferido dia 2 de abril, pediu a cassação do mandato do parlamentar sob a acusação de suposta quebra de decoro – em um processo movido pelo Partido Novo.
A Federação dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino no Estado do Rio de Janeiro (FETEERJ) e os Sindicato dos Professores (Sinpros) filiados à Federação repudiam veementemente o processo movido pela Comissão de Ética contra Glauber e conclamam todos os professores, professoras e a sociedade em geral a se unirem em apoio ao deputado nesta luta contra o fascismo e a arbitrariedade.
Em seu quinto mandato, o deputado enfrenta um processo injusto, acusado por ter expulsado um militante da extrema direita da Câmara. É público e notório que esse extremista age como um hater contra Glauber, provocando-o repetidamente, tanto nas redes sociais quanto presencialmente, em eventos no Rio de Janeiro.
A Mesa Diretora da Câmara, que nunca deu apoio institucional a Braga, ignora as provocações diárias que ele sofre – inclusive dentro do plenário.
O processo de cassação é um ataque grave a um parlamentar que sempre defendeu os direitos dos trabalhadores, os avanços sociais e a resistência contra o retrocesso civilizacional promovido pela extrema direita no país – hoje amplificado no Parlamento.
Além disso, esse ataque deve servir de alerta a todos os parlamentares, mesmo aqueles de campos políticos distintos: cassar Glauber significa abrir um precedente perigoso contra a liberdade de expressão e o direito de um representante eleito defender suas posições, ainda que contrárias ao pensamento hegemônico na Casa.
Glauber não será cassado. Glauber fica!
abr 2, 2025

Trecho inicial do parecer do CEE-RJ
A FETEERJ e os Sindicatos dos Professores (Sinpros) filiados repudiam, com veemência, a autorização por parte do Conselho Estadual de Educação RJ (CEERJ) para que estabelecimentos de ensino privados possam realizar exames de certificação em alunos de cursos e exames supletivos, com idade superior àquela considerada regular nos ensinos fundamental (maiores de 15 anos) e médio (maiores de 18). A permissão foi concedida a partir da Portaria nº 3964, de 25/03/2025, do CEERJ.
Trata-se de um absurdo, que trivializa o ensino e oficializa a “aprovação automática”. Essa abertura para que colégios privados que mal são fiscalizados em seu dia a dia de ensino e que agora poderão aprovar em massa os estudantes, em cursos supletivos, é mais um passo dado visando a privatização e precarização do ensino; além de ser uma jogada política do governo do Estado para aumentar, de modo artificial, o número de alunos aprovados, aumentando, assim, as verbas a receber do governo federal.
Lembrando que, recentemente, a Secretaria de Estado de Educação (SEEDUC) criou o Programa “Segunda Chance”, que é também uma “certificação em massa” (Resolução SEEDUC nº 6331 de 05 de fevereiro), em uma estratégia da política educacional do governo em maquiar os índices de aprovação dos estudantes matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Com isso, o CEERJ, ao conceder a autorização a colégios e cursos privados para certificarem alunos para o ensino fundamental e médio sem uma mínima fiscalização pública, dá apoio, mesmo que tácito, ao desestímulo dos estudantes e à criação de um exército de pessoas formadas apenas para o mercado de trabalho de baixa remuneração – o oposto do que deve ser uma educação de qualidade.
Leia o parecer do CEE-RJ
abr 1, 2025
A FETEERJ (Federação dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino no Estado do Rio de Janeiro) e os Sindicatos dos Professores filiados à federação se solidarizam com os professores(as) que trabalham nas escolas do SESI São Paulo, que entraram em greve a partir desta terça-feira (01/04).
Convocada pelos 25 Sinpros filiados à FEPESP (Federação dos Professores do Estado de São Paulo), nossa coirmã, a paralisação é o resultado de mais de 10 rodadas de negociações frustradas com a patronal.
Com isso, a categoria em São Paulo reivindica: reajuste salarial justo (empresa propôs reajuste 0,33%, abaixo da inflação!); redução da superlotação das turmas e a contratação de mais profissionais para garantir a qualidade do ensino.
*Informações do site da CONTEE.
mar 26, 2025

Primeira Turma do STF aceitou a denúncia da PGR e tornou réus o ex-presidente Bolsonaro e mais sete aliados dele (foto: Antonio Augusto/STF)
Na tarde desta quarta-feira, dia 26, a 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou, por unanimidade (5 votos a 0), a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete de seus aliados, por tentativa violenta de golpe de Estado. Com isso, Bolsonaro e os demais acusados se tornaram réus perante a Justiça brasileira.
Agora, será aberta uma ação penal contra os oito acusados e, se considerados culpados, eles poderão ser condenados a penas de prisão superiores a 30 anos.
Além de Bolsonaro, tornaram-se réus os seguintes ex-integrantes de seu governo:
– Ex-diretor da Abin, deputado Alexandre Ramagem (PL);
– Ex-ministro da Marinha, almirante Almir Garnier;
– Ex-ministro da Justiça, Anderson Torres;
– Ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general da reserva Augusto Heleno;
– Ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid;
– Ex-ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira;
– Ex-ministro da Casa Civil e candidato a vice na chapa de Bolsonaro, general Braga Netto.
Na denúncia, a PGR demonstrou que o ex-presidente e seus aliados formaram uma organização criminosa armada com o objetivo de dar o golpe. Entre os crimes apontados pelo procurador-geral, Paulo Gonet, estão: abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, organização criminosa, dano qualificado ao patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.
A FETEERJ e os Sindicatos dos Professores (Sinpros) aplaudem a decisão dos ministros da 1ª Turma do Supremo, que tornaram réus os integrantes deste grupo de extremistas, que lideraram o golpe e a tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito após a derrota nas eleições de 2022, com o objetivo de impedir a posse do presidente Lula, eleito de forma democrática pela maioria da população brasileira.
Dessa forma, exigimos todo o rigor da lei para todos aqueles que planejaram, compactuaram, participaram e financiaram a tentativa de golpe de Estado.
Sem anistia!
mar 25, 2025

Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) fez nota pública sobre o crime
No domingo (23), o diretor da Escola Estadual Militarizada Tiradentes do município de Colniza, Mato Grosso, o subtenente da Polícia Militar Elias Ribeiro da Silva, matou a tiros em um bar da cidade o jovem Claudemir Sá Ribeiro (26 anos).
O crime foi registrado por câmeras de segurança, que registraram o momento em que Elias vai até a mesa onde a vítima estava sentada com amigos. Após poucos segundos de conversa, Elias saca a arma e atira no rapaz. Ele fugiu do local, mas foi preso em flagrante momentos depois.
Na segunda-feira, dia 24, o juiz Guilherme Leite Roriz, da Vara Única de Colniza, decretou na audiência de custódia a prisão preventiva do policial. Em sua decisão, o juiz afirmou que a prisão preventiva se faz necessária diante da “gravidade do crime”, uma vez que o policial tirou a vida da vítima a “sangue frio”, sem chances de reação.
O magistrado também classificou a conduta de Elias como “reprovável do ponto de vista social e da civilidade”.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), filiada à CUT, fez nota pública sobre o crime, destacando o fato de que o assassino é diretor de uma escola estadual militar: “Um tenente da Polícia Militar do Estado do Mato Grosso, diretor de uma escola estadual militarizada, mata a sangue frio, em um bar da cidade de Colniza, o jovem Claudemir Ribeiro, de apenas 26 anos. O futuro promissor do jovem, que em 2019 construiu sua própria aeronave com um motor de um Fusca, foi abreviado na noite do último domingo, dia 23, pelo embriagado Tenente da Polícia Militar, Elias Riberio da Silva que, por acaso, é diretor de uma escola estadual militarizada”.
Continua a nota da CNTE: “É fundamental o afastamento e prisão imediatos desse tenente assassino. Nunca deveria estar em uma instituição de ensino, como sempre alertou amplos segmentos do movimento educacional brasileiro sobre essa onde crescente de militarização das escolas. Tampouco esse sujeito não pode ocupar nenhuma posição na Polícia Militar, uma força de segurança pública que deveria prezar pelo equilíbrio e bom senso de seus componentes”.
A nota da CNTE pode ser lida aqui.
Veja a matéria do G1 com o vídeo.
Atualização das informações retiradas da Rádio CBN Cuiabá.
mar 21, 2025

Oswaldo Teles, coordenador da FETEERJ, foi entrevistado pela TVT sobre a campanha salarial 2025 (foto: reprodução do vídeo da TVT)
A TVT (TV dos Trabalhadores) fez reportagem sobre a campanha salarial 2025 dos professores(as) das instituições privadas de ensino e entrevistou o professor Oswaldo Teles, coordenador da FETEERJ. A matéria cita dados que Teles informou no artigo publicado no Portal 247 e pode ser vista no canal de YouTube da TVT – clique aqui para ver o vídeo com a reportagem.
Na reportagem, Teles reivindica a criação do piso salarial da educação básica das escolas privadas, nos mesmos moldes da Lei do Piso Nacional, específico para a rede pública e que hoje tem o valor de R$ 4.867,77; além de denunciar as péssimas condições da grande maioria da rede privada.
Em janeiro, representantes de entidades sindicais do Rio de Janeiro, incluindo a FETEERJ, se reuniram com a TVT e a ONG Criar Brasil para discutir a produção de conteúdos sobre as lutas dos trabalhadores do Estado.
A Rede TVT é uma emissora educativa e sem fins lucrativos dedicada à promoção da democracia, da cidadania e do interesse público. Pertencente à Fundação Sociedade Comunicação Cultura e Trabalho – acesse o site da TVT.
mar 19, 2025

Placa contra os golpistas foi colada na véspera do ato bolsonarista, em Copacabana (foto: João Pedro de Freitas Fagundes)
João Pedro de Freitas Fagundes, 18 anos, viveu três grandes emoções recentemente: primeiro, esteve em Buenos Aires, na Argentina, no dia 30 de novembro do ano passado, e viu, no estádio, o seu time de coração, o Botafogo, ser campeão da Libertadores. Um dia depois, mal dormiu e voltou ao Rio de Janeiro, chegando a tempo de fazer o vestibular de Direito da UERJ, no dia 1º de dezembro, tendo passado em 1º lugar.
Agora, no domingo, 17 de março, João Pedro se viu envolvido em outro episódio marcante, desta vez em nível nacional, ao transformar seu protesto individual contra os golpistas em um símbolo da defesa da democracia. Ele colou placas com a frase “Sem Anistia” nas janelas do prédio de sua família, em frente ao ato de extrema direita que ocorreu em Copacabana naquele dia.
Ele falou com a reportagem da FETEERJ e, perguntado como “sobreviveu” a todas essas grandes emoções, disse: “Tenho passado por um momento muito agitado. O final de novembro e início de dezembro de 2024 foram as 24 horas mais emocionantes da minha vida, com a conquista da Libertadores pelo Botafogo, em Buenos Aires, e com a volta rápida para o Rio de Janeiro para fazer o vestibular da UERJ. Quando saiu o resultado da prova, custei acreditar que aquilo fora possível”.
Mas o que não faltou foi mais emoção à vida de João Pedro, a partir do registro feito pelo fotógrafo Alexandre Cassiano, de O Globo, do protesto com a faixa contra a anistia, no domingo passado, que viralizou nas redes sociais muito rápido; a ponto de o jornal dar destaque à foto e até repercutir comentários de políticos apoiadores do governo Lula, o que é raro. O exemplo foi a publicação do comentário do deputado André Janones, que disse que “a foto vai entrar para a História”.
“Recebi mensagens muito semelhantes às de Janones, de que a foto entrará para os livros de história e por muito tempo se lembrarão dela”, disse João. Ele falou mais sobre a importância do trabalho de Cassiano: “No dia, expressei o posicionamento meu e de muitos na janela da minha casa, mas sem o talento de Alexandre Cassiano aplicado na execução de uma fotografia tão simbólica e tão marcante, o meu gesto e a mensagem em questão não teriam toda essa proporção. Portanto, se um dia isso acontecer, será graças também ao Cassiano”.
João Pedro ainda fez uma conexão da foto com a atuação da Justiça nesse momento radical da história brasileira: “Vejo como preponderante o resultado do julgamento dos golpistas no STF para a perpetuação da foto na história de nosso país. Caso o Supremo avalie, como a maior parte dos brasileiros espera, que os atos de 8 de janeiro foram, de fato, uma intentona e responsabilize os respectivos líderes golpistas, a foto tende a entrar mesmo para a história”.
A O Globo, o agora estudante de Direito afirmou que fez o protesto para “mandar uma mensagem aos golpistas e seus apoiadores de que o povo brasileiro não esqueceu e não esquecerá a criminosa tentativa de violar a democracia”. Perguntamos até que ponto o posicionamento dele e de sua família, individual, mas que se tornou uma representação coletiva, é importante para barrar a anistia aos golpistas:
“O posicionamento individual representa uma faísca; quando expõe uma ideia defendida por muitos, essa faísca tende a se transformar num grande incêndio, uma vez que os representados por aquele posicionamento passam a compartilhar suas opiniões. A soma dos posicionamentos individuais, como o da frase ‘Sem Anistia’ na minha janela, com a proporção que teve nas redes sociais, é de suma importância na luta contra a anistia aos golpistas e passa uma mensagem ao Congresso de que o povo não somente discorda do projeto, como também não aceitará facilmente a sua aprovação” – respondeu João Pedro.
ENGAJAMENTO DA SOCIEDADE
João tomou uma decisão junto à família de realizar um protesto público contra extremistas de direita, que se reuniriam ao lado de sua casa. O interessante é que o ato dele está de acordo com pesquisas de opinião recentes, que confirmam que a grande maioria da sociedade brasileira é contra a anistia, ao contrário do que dizem os bolsonaristas (Datafolha de março: 63% são contra). Perguntamos então se ele acredita que a sociedade – em especial, a juventude – necessita se engajar mais na defesa da democracia:
“Acredito que a defesa da democracia é uma pauta comum a diversos segmentos do espectro político brasileiro e deveria ser comum a todos. É somente nela que podemos discutir ideias, propostas e encaminhar a solução de problemas na direção de um lugar mais justo e melhor para todos. Nesse sentido, especialmente para a juventude, é crucial o estudo dos momentos no Brasil em que não houve democracia, como na ditadura civil-militar. Justamente por não termos vivido aquele tempo, é preciso nos informarmos sobre os perigos de se viver num país com censura, sem liberdade, com tortura e com perseguição”.
mar 17, 2025

Reunião da direção da FETEERJ dia 15/03 para discutir campanha salarial 2025 e Consind
A diretoria da FETEERJ se reuniu nesse sábado, dia 15/03, para discutir a campanha salarial 2025 dos professores e professoras que trabalham nas instituições privadas de ensino no Rio de Janeiro, relativa aos seguintes setores:
Universidade Estácio: este ano, a Federação já teve duas reuniões paritárias, previstas no Acordo Coletivo de Trabalho 2024 (ACT). Em abril, haverá nova paritária. O Sindicato dos Professores da Região de Lagos informou que terá audiência com a Estácio, dia 19/03, sobre uma ação civil pública que aquele Sinpro ingressou para discutir a questão de assédios aos professores.
SESI: o ACT vale por dois
anos e está sendo discutido o índice de reajuste salarial, com a FETEERJ defendendo ganho salarial. Nas paritárias, além do reajuste, está sendo discutido a adição de novas cláusulas.
8º Congresso Sindical (Consind) da Feteerj: a reunião decidiu que o Consind será realizado em junho; a data específica, programação e convidados serão divulgados em breve.
SINEPE-RJ: no final de fevereiro, o conhecido portal 247 divulgou o artigo do coordenador da FETEERJ, Oswaldo Teles, sobre o início da campanha salarial para os vários setores da educação, com destaque para a ensino fundamental – para ler o artigo, clique aqui. Em abril, serão divulgados os cards da campanha.
mar 11, 2025

Ato do Dia Internacional da Mulher no Rio de Janeiro, na Cinelândia (foto: Flavia Marques/Sepe)
Centenas de pessoas participaram do ato público no Centro do Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (10/03), para demarcar o Dia Internacional da Mulher, o 8M, com especial atenção para a denúncia da violência contra a mulher.
A Feteerj e os Sindicatos dos Professores (Sinpros) filiados à Federação apoiaram o 8M do Rio. Integrantes da direção do Sinpro-Rio participaram da atividade (foto 2). As manifestações ocorreram em todo o país – confira no site da CUT os atos em outras cidades.
Em 2024, o país registrou o maior número de crimes de feminicídio desde a criação da lei, há dez anos, com 1.459 vítimas, superando os 1.448 registros de 2023 (Folha de S. Paulo).
Já no Estado do Rio de Janeiro, o número de mulheres vítimas de feminicídio aumentou 8% em 2024: foram 107 vítimas, contra 99 registradas em 2023 (site Brasil de Fato).
Por opção do comitê organizador, o ato do Rio foi realizado no dia 10, porque o 8M caiu no final de semana. A manifestação ocorreu na Candelária, com dezenas de representações partidárias, sindicais e da sociedade.

Diretoria do Sinpro-Rio presente no 8M 2025 do Rio de Janeiro (foto: Marco Antonio Tavares/jornalista e fotógrafo do Sindicato dos Bancários da Baixada Fluminense)
Em seguida ao ato, a manifestação saiu em passeata até a Cinelândia, levando as palavras de ordem contra a violência à mulher e meninas; igualdade salarial entre mulheres e homens; pela legalização do aborto; contra o preconceito e o racismo; em defesa da democracia e contra a anistia aos golpistas.
O 8M, nos últimos anos, vem buscando demonstrar que a data não se trata de comemoração, mas de dar visibilidade a uma luta que é cotidiana.
A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 é um serviço nacional de utilidade pública essencial para o enfrentamento à violência contra as mulheres. A ligação é gratuita e o serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. O Ligue 180 presta os seguintes atendimentos:
Orientação sobre leis, direitos das mulheres e serviços da rede de atendimento (Casa da Mulher Brasileira, Centros de Referência, Delegacias de Atendimento à Mulher (Deam), Defensorias Públicas, Núcleos Integrados de Atendimento às Mulheres, entre outros);
Informações sobre a localidade dos serviços especializados da rede de atendimento;
Registro e encaminhamento de denúncias aos órgãos competentes;
Registro de reclamações e elogios sobre os atendimentos prestados pelos serviços da rede de atendimento.
É possível fazer a ligação de qualquer lugar do Brasil ou acionar o canal via WhatsApp pelo número (61) 9610-0180. Em casos de emergência, deve ser acionada a Polícia Militar, por meio do 190.
mar 7, 2025
A FETEERJ e os Sindicatos dos Professores (Sinpros) filiados à federação convocam as professoras e professores a participarem do Dia Internacional da Mulher, o 8M, que será comemorado com o tradicional ato no Centro do município do Rio de Janeiro, na próxima segunda-feira, dia 10 de março. O ato foi marcado para a segunda-feira, em virtude do dia 08 cair na sábado. A concentração está marcada para a Candelária, às 16h. Após o ato, haverá passeata até a Cinelândia.
O Dia Internacional de Luta das Mulheres é um marco de resistência na vida das mulheres do mundo todo e no Brasil não pode ser diferente. Por isso, a organização do 8MRJ convoca a sociedade a ir às ruas na segunda-feira (10/03) pela legalização do aborto; pela segurança de nossas crianças e meninas; contra o extermínio dos mais pobres e contra o fascismo – pela prisão para Bolsonaro e para todos os golpistas.
Com isso, a FETEERJ e os Sinpros, representantes sindicais de uma categoria formada majoritariamente por professoras, informam que participarão do 8MRJ 2025, em defesa dos direitos das mulheres, em defesa da democracia – sem anistia aos golpistas! – e da educação pública de qualidade.
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