Professoras e professores que trabalham na Educação Básica das escolas particulares do município do Rio de Janeiro aprovaram o estado de greve após rejeitarem, em assembleia convocada pelo Sinpro Rio, a proposta apresentada pelo sindicato patronal para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho, de apenas 3,77% de reajuste salarial. A patronal também vem recusando negociar outros importantes temas, como o pagamento do tempo extraclasse, que faz parte da pauta levada à negociação pelo sindicato.
A Federação dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino no Estado do Rio de Janeiro (FETEERJ) e os Sindicatos dos Professores (Sinpros) manifestam total solidariedade à mobilização conduzida pelo Sinpro Rio – entidade filiada à FETEERJ -, reafirmando o apoio à luta da categoria por uma proposta que atenda às reivindicações dos docentes.
O Sinpro Rio irá convocar em breve nova assembleia e reforça que permanece aberto ao diálogo e à negociação, tanto em relação ao reajuste salarial quanto às condições de trabalho dos professores e das professoras da rede privada.
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