Veja a mobilização para o Dia Nacional de Lutas contra a reforma da previdência de Temer, em 19/02

O Temer vampiro, destaque da Tuiuti no carnaval do Rio, é o símbolo do que representa esse governo que quer fazer a reforma da previdência contra os trabalhadores

 

Aumenta a adesão ao Dia Nacional de Lutas contra a reforma da Previdência, convocado pelas centrais sindicais para 19 de fevereiro. O governo Temer (MDB-SP) quer aprovar o projeto a qualquer custo ainda este mês. Se for aprovada, a reforma acaba com a aposentadoria de milhões de brasileiros que terão dificuldades para cumprir as novas regras que Temer quer impor.

Depois de várias tentativas frustradas, a nova proposta do governo, que prevê aumento da idade mínima de concessão da aposentadoria para 62 anos, no caso das mulheres, e 65 anos para os homens, deve ser votada no dia 19, 20 ou 21 de fevereiro na Câmara dos Deputados, se a base aliada garantir os 308 votos necessários para aprovar a Proposta de Emenda Constitucional.

Para a CUT, o governo não votou até agora porque não tem votos. Os deputados estão com medo de aprovar essa proposta nefasta e não serem reeleitos.

A Feteerj orienta a categoria a contatar os Sindicatos de Professores de sua região para se informar sobre as manifestações marcadas – veja aqui como contatar os sindicatos. No município do Rio de Janeiro, dia 19, tem ação no aeroporto Santos Dumont pela manhã, no embarque dos deputados; às 16h, ocorrerá ato unificado na Candelária.

A campanha da CUT “se votar, não volta”, feita sem recursos, que contou apenas com o trabalho incansável e determinação da militância e dos dirigentes que foram a aeroportos, as bases dos deputados e em todos os espaços públicos onde eles estiveram nos últimos meses fez mais efeito do que a montanha de dinheiro que o governo distribuiu e que as campanhas milionárias do Temer nas rádios e TVs.

Independentemente do dia em que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) colocar a proposta em votação, o dia 19 é dia de parar Brasil.

E em todo o Brasil, os sindicatos estão se organizando para lutar contra mais esse retrocesso. Muitas assembleias já foram feitas e atos marcados.

Confira, no site da CUT, os atos marcados e as categorias que já realizaram assembleias, confirmando a paralisação, em todo o país.